Aposentados e pensionistas não vão receber 13º e 14º salário

Os aposentados e pensionistas do INSS que estavam esperançosos com a possível liberação do 14º salário podem se preparar para NÃO contar com o possível benefício esse ano. As chances de liberação são mínimas e outro problema que é tido como reclamação de grande parte dos segurados do INSS é não receber nem o 13º este final de ano, o que deixa um dos principais grupos de risco sem amparo neste final de ano.

Adiantamento do 13º salário

Para quem não se lembra o 13º salário foi antecipado em 2020 como medida do governo para tentar amenizar os impactados da pandemia de Covid-19 no Brasil. Para quem não sabe a primeira parcela do 13º salário normalmente é liberada em julho, contudo este ano a primeira parcela do abono de natal foi paga entre os meses de abril e maio.

Já a segunda parcela que normalmente é paga em dezembro foi antecipada para os meses de maio e junho, com isso para o final do ano grande parte dos aposentados e pensionistas estão desamparados. Tendo em vista que além da antecipação do 13º salário nenhuma outra medida de proteção ao idoso foi tomada.

INSS

14º salário

Ao longo do ano correram alguns projetos de lei que pretendiam pagar um 14ª salário aos aposentados e pensionistas do INSS justamente por que este grupo que é um dos grupos de risco da pandemia vão acabar o ano com uma renda menor que nos anos anteriores.

Como por exemplo o Projeto de Lei (PL) nº 3657, de 2020, que dispõe sobre a liberação de um abono salarial caracterizado como 14º salário direcionado aos segurados do Regime Geral da Previdência Social (RGPS) contemplados por benefícios como:

  • Auxílio-doença
  • Auxílio-acidente
  • Aposentadoria
  • Pensão por morte
  • Auxílio-reclusão

Contudo este mesmo projeto, apesar de estar aguardando votação não há tempo suficiente para que o benefício possa ser aprovado e liberado para o segurado do INSS.

Logo, o certo é que os segurados realmente não contem com essa parcela, pois as chances de aprovação são bem baixas, principalmente porque uma votação para esse caso não seria rápida e com o fim do ano batendo a porta as chances de liberação são cada vez menores.